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Projeto Ficha Técnica Informação Técnica Acordo Ortográfico Direitos







Projeto

Esse projeto disponibiliza na Internet, de modo simples e rápido, documentação histórica de diferentes países da CPLP, criando um espaço de diálogo e de memória das nossas Culturas e da História de cada um dos parceiros envolvidos neste projeto.

Como o nome indica – e dando continuidade à cooperação internacional que a Fundação Mário Soares desenvolve em matéria de salvaguarda da Memória há mais de 12 anos – este projeto pretende ser uma Casa Comum na Internet, em língua portuguesa.

Já se encontram acessíveis em CasaComum.org mais de 1.500.000 objetos digitais de interesse histórico, oriundos de diferentes países e organizações. Ao mesmo tempo, esta plataforma eletrónica abre-se às novas realidades culturais e sociais desses países, partilhando recursos com outras organizações, com vista ao reforço dos instrumentos de acesso ao Conhecimento e à Cultura.

Documentos, Fotografias, Vídeos, Sons, materiais de contextualização – eis o que se pretende disponibilizar livremente através desta plataforma na Internet. O enriquecimento progressivo e aberto destes materiais constitui outro objetivo essencial desta iniciativa cultural e cívica.

Não há Futuro sem Memória. E, por isso, estamos hoje aqui a partilhar as nossas memórias comuns, seguros do seu valor e da eficácia mútua que é possível obter com as parcerias estabelecidas, sem as quais nada do que aqui se apresenta teria sido possível.







Ficha Técnica

Coordenação
Alfredo Caldeira

Desenvolvimento
Hugo Guerreiro
Paulo Andringa
António Coelho
José Lemos

Design
Atelier Henrique Cayatte

Agradecimentos
Não podendo aqui indicar todos os que, ao longo de vários anos, se empenharam nas ações de cooperação para salvaguarda e tratamento de numerosos fundos documentais, promovendo desse modo a cultura dos seus países e criando, afinal, as condições para o desenvolvimento do portal www.casacomum.org, queremos desde já referir alguns dos que mais diretamente contribuíram para as diferentes fases de concretização deste projeto:

Anabela Barroso, Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe
Birgit Embaló, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa
Carlos Schwartz, Acção para o Desenvolvimento
Cristina Costa, Observatório em Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura - ECA/USP
Hamar, Antoninho Baptista Alves, Arquivo & Museu da Resistência Timorense
Isabel Lindim, Associação Memoriando
Joana Sales, União de Mulheres Alternativa e Resposta
Luís Crespo de Andrade, Seminário Livre de História das Ideias
Luísa Garcia Fernandes, Casa-Museu Abel Salazar
Mamadu Jao, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa
Manuela Tavares, União de Mulheres Alternativa e Resposta
Pedro Lisboa, Seminário Livre de História das Ideias
Sandra Martins, Instituto do Arquivo Histórico Nacional de Cabo Verde







Informação Técnica

Com o objectivo de construir uma plataforma robusta, durável e passível de ser permanentemente actualizada - tanto a nível de conteúdos como a nível gráfico - o portal Casa Comum baseia-se em software livre, de código fonte aberto, e nos mais recentes standards da internet.

Assim, tendo como base um sistema operacional livre GNU/Linux (Ubuntu), utilizámos no seu desenvolvimento programas acessíveis a qualquer um, com um mínimo de configurações específicas, nomeadamente:

  • Um servidor apache com a linguagem dinâmica php e bases de dados MySQL, que permitem servir as funcionalidades básicas de navegação nos arquivos.

  • Para acelerar as pesquisas e permitir maior complexidade de termos de busca e maior rapidez na filtragem e afinação das pequisas, utilizamos também um servidor tomcat a correr o motor de buscas Lucene/Solr.

  • No plano interno, para conversão de imagens estáticas, sons e vídeos, utilizamos, respectivamente, a biblioteca de tratamento de imagens Imagemagick e diversos conversores de formatos de áudio e vídeo: ffmpeg, mencoder e libav.

  • Em termos de interface, além de basearmos todo o nosso código em standards de interoperabilidade na internet (preocupando-nos em gerar tanto html como css válidos), fazemos também uso das bibliotecas jQuery para manipulação de imagens e detalhes de interactividade nas diversas páginas, e da biblioteca flowplayer para poder exibir confortavelmente, a todos os utilizadores, tanto vídeo como áudio, independentemente da plataforma de acesso.

Estando ainda numa fase de desenvolvimento, o código por nós desenvolvido (a maioria dele consistindo em scripts de php e javascript) virá brevemente a ser disponibilizado para estudo e utilização livre, se bem que com a consciência de que trata de questões bastante específicas aos nossos arquivos, às nossas necessidades e aos nossos desejos de crescimento futuros.







Acordo Ortográfico

A ortografia da língua portuguesa é determinada por normas legais.

O projeto de texto de ortografia unificada de língua portuguesa aprovado em Lisboa, em 12 de Outubro de 1990, pela Academia das Ciências de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, com a adesão da delegação de observadores da Galiza, foi reconhecido pelos Estados membros da CPLP, incluindo, após a sua independência, por Timor-Leste, como "um passo importante para a defesa da unidade essencial da língua portuguesa e para o seu prestígio internacional", resultante "de um aprofundado debate nos países signatários".

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990) entrou em vigor no início de 2009 no Brasil e em Portugal. Em ambos os países foi estabelecido um período de transição em que tanto as normas anteriormente em vigor como a introduzida por esta nova reforma são válidas: esse período é de três anos no Brasil, entretanto adiado para 2016, e de seis anos em Portugal. Com exceção de Angola, os restantes países da CPLP já ratificaram todos os documentos conducentes à aplicação desta reforma (em Moçambique, o governo já aprovou a proposta de ratificação a ser submetida à Assembleia da República).

Casa Comum entende, em consequência, participar na aplicação gradual do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, conhecendo embora que numerosos textos dos fundos e arquivos parceiros ainda não o adotaram, o que apresenta especial incidência nos instrumentos de descrição da documentação aqui disponibilizada – produzidos, na sua maioria, antes da entrada em vigor do acordo ortográfico, não será viável, em curto prazo, a sua adaptação.







Direitos

O portal Casa Comum disponibiliza materiais de diferentes épocas e origens, comportando documentos incorporados em múltiplos arquivos.

Em alguns desses documentos não se conhecem detentores de eventuais direitos de autor e conexos, no caso de existirem. Em muitos casos, designadamente para efeitos de utilização de natureza comercial, a permissão para reprodução compete ao detentor dos referidos direitos de autor, competindo ao utilizador o contacto com o detentor dos direitos e a obtenção das autorizações de reprodução.

No caso de ser detentor de direitos de autor de documentação aqui disponibilizada, agradecemos que contacte a Fundação Mário Soares.

A publicação, total ou parcial, dos documentos disponibilizados em casacomum.org exige prévia autorização das entidades detentoras.

info@casacomum.org