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Diário de Lisboa/Ruella Ramos
Coleção quase integral do Diário de Lisboa, um dos jornais de referência do Século XX português.
Diário vespertino, publicado entre 7 de abril de 1921 e 30 de novembro de 1990, tendo como primeiro diretor Joaquim Manso. Entre 1956 e 1967 foi dirigido por Norberto Ramos, e depois por António Ruella Ramos até 1989. Durante um curto período, de 1989 a 1990, foi dirigido por Mário Mesquita, a quem sucedeu novamente Ruella Ramos, até ao final da sua publicação.
Era propriedade da Renascença Gráfica, detentora das instalações, da gráfica e do próprio título.
Colaboraram no Diário de Lisboa alguns dos mais notáveis e reconhecidos jornalistas portugueses, assim como grandes figuras da cultura nacional.
Foi um resistente, fazendo a "oposição possível" ao Estado Novo, em tempos de apertada censura prévia. Após o 25 de Abril de 1974, viveu os agitados meses da Revolução e as lutas políticas de então de forma empenhada e percorreu o caminho da institucionalização da Democracia, procurando adaptar-se aos novos tempos e reinventar-se. Em 70 anos atravessou inúmeras transformações, crises e controvérsias a diferentes níveis.
António Ruella Ramos, falecido em 2009, promovia a edição de um número por ano de forma a manter o título, tendo os seus sobrinhos, João Pacheco e Rosa Ruela, procurado manter esta tradição.

Instituição
Fundação Mário Soares

Dimensão
244 unidades de instalação

Estado de Tratamento
Parcialmente tratado

Navegação por Data
Por se tratar de um acervo de características especiais, e pelo seu grande interesse para investigadores e leitores em geral, desenvolvemos uma interface especial de acesso ao Diário de Lisboa, que possibilita a navegação por data de forma intuitiva e simples.